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segunda-feira, 30 de junho de 2014

Querida selecção dos outros milhões de portugueses

Escrevo este post enquanto nas minhas costas vai rolando o Alemanha/Argélia.

Declaração de interesse: pouco me interessa porque eu só quero é que o Benfica ganhe mas nestes hiatos sempre tem mais piada acompanhar um mundial com selecção presente do que ausente. Financeiramente é até mais favorável uma vez que impede-nos de tomar decisões com o coração e faz-nos virar para a razão.


A ressaca da selecção vem confirmar aquilo que todos prevíamos antes do mundial, os profetas da desgraça, tinham razão como tiveram a maior parte das vezes na nossa história. Desde 1996 sempre fomos umas selecção de classe média a tentar pôr a cabeça de fora e espreitar para os lugares de topo.

Depois ainda há outras questões como a falta de equiparação do nivél da nossa equipa com as congéneres mundiais.

Chegamos a este mundial na 4º posição do "ranking" mundial que define um ordenamento global uma que não reflecte o real valor dos países tanto como grupo de selecção equiparando-se àquilo que faz as agências de notação financeira. lá fomos nós todos cabeça inchada armados em "lagartos" de que teríamos um dos melhores conjuntos da prova.

No fim o que verificámos foi que levamos 4 do 2º, empatamos, com uma "mija" equivalente ao antigo rio Trancão, com o 14º mas levamos um banho de bola e para ganhar ao 34º da escala (que não comiam á 15 dias, ainda andavam todos atafulhados com as notas que tinham recebido no dia anterior e que passaram a noite a mergulhar nelas tipo "tio patinhas") foi preciso pedir ao senhor faz favor de dar lá um golito a mais prós nossos lados.


O que resta agora á nossa selecção já  eliminada é tirar lições do que aconteceu e permitir que nossos valores apareçam na selecção. Por algum motivo é que só existem selecções até aos Sub 21, porque pressupõem se que se os jogadores têm qualidade então progridem imediatamente por de uma para outra selecção tal como acontece nos clube todos os anos deveriam ser promovidos 2 a 3 jogadores para a selecção nacional. Aos jovens se não lhes for dada responsabilidade nunca saberão tomá-la não é preciso que apareçam CR's todos os 4 anos. Como foi verificado pelos conjuntos presentes uma equipa equilibrada supera um grande jogador e provou isso os EUA, Grécia, Argélia Costa R....etc. As equipas bateram o pé aos favoritos graças á solidariedade entre sectores e não como foi com Portugal libertando um extremo para jogar como quiser e deixando toda a responsabilidade para o jogador que joga atrás dele. Em caso de empate que se opte pelo jogador mais novo mais irreverente. e depois que se evitem erros de casting de jogadores do tipo 28 anos Ponta de lança (34 golos/numa divisão superior) o que em golos de alto nível por ano de sénior dá 3,4 Golos por época. Quem não tem cão caça com gato. Isto já se passou uma vez no Maior Clube de Portugal, sem avançados jogámos só com extremos em 4 jogos marcámos 16 golos. e é assim mesmo dar o beneficio da dúvida aos mais jovens e a menos que algum jogador mais experiente prove que realmente faz a diferença (relembro o caso de Figo em 2006) não vale a pena. E nos jogos amigáveis senhores da federação ouçam uma coisa eu bem sei que vocês estão ai para defender a mão do dono( vulgo "Oliveirinha") mas tenham vergonha se é para andar a interromper a série gloriosa do Maior Clube  ao menos façam jogos competitivos e não andem a passear os jogadores contra equipas da Etiópia e/ou Azerbaijão para certos indivíduos andarem a bater recordes de Senhores do Futebol que jogavam na selecção por 5 tostões. É que nem custa assim tanto deve haver tantas equipas do cimo do topo da tabela a querer jogar connosco que se meterem um anuncio no jornal aparecem como tordos no 1º dia de caça.

Entretanto a Argélia vai para prolongamento.

As nossas selecções mais jovens estão a chegar ás fases finais e é preciso apostar nos miúdos sob pena de estarmos sempre sujeitos a um ciclo vicioso onde não jogam porque não têm tempo de jogo e experiência e não têem experiência porque não jogam. É triste, é só. Já que estamos nisto eu sei que é difícil mas obriguem lá as equipas a jogarem com 2 jogadores portugueses em todos os jogos vão ver que a coisa melhora. Quanto ao argumento que certos adeptos não concordam que a maturação do jogador seja feita á custa da competitividade da equipa pensem apenas que se todos o fizerem toda a gente vai ter uma certa imaturidade na equipa logo estão todos na "mesma jaca".

PS: de todos os jogadores que foram ao mundial tenho pena de 1, Vieirinha o único jogador de Portugal capaz de fazer um cruzamento que fez 20 minutos no campeonato do mundo mas que teve que ver jogadores como Nani a arrancar paralelos e Veloso a mostrar que um pai faz muita falta ou Varela o Nolito português. Depois dos outros só tenho para mostrar gozo, Moutinho 25M aiai, deixem me só rir um bocadinho, Bruno Alves a esta hora está-se bem é na caminha (parecia o Peter Shilton no Itália 90), Nani oh dear, e para não falar do ponta de lança dos 3,4 golos. Dá riso mas para Setembro há mais selecção e neste momento eu também quero que a selecção se "foda" que a pré-época do Maior começa dia 3.

Babye


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

A N(V)ossa Selecção

Estava aqui a pensar pra mim se a nossa selecção tem mesmo potencia para se digladiar com as restantes selecções ao nível internacional isto também se verifica no futsal como ontem quando perdemos ás mãos da Itália.

O que de mais gritante vejo é a falta de jogadores de verdadeira craveira mundial. Quando olho para os regulares vejo Pepe e Cristiano Ronaldo numa linha do melhor peixe que há segundado por nomes de boa valia com Bruno Alves, Moutinho, Coentrão e Patrício. E é isto, não existe ali um grupo base sobre o qual se possa trabalhar se bem que quando chegam aos grandes palcos eles próprios estão motivados e treinam juntos muitas vezes o que camufla as debilidades da equipa tão evidentes nos jogos ocasionais da selecção. Evidentemente 7 dias não chegam para pôr a equipa no seu melhor.

Que me traz a ideia o seguinte as equipas paras as qualificações deviam ser todas treinadas por esse Campeão Nacional  exm SR. de Barba RRRija Jaime Pacheco. Sim esse mesmo que obrigou o Eto'o a Treinar de calçoes. Toda a falta de entrosamento seria compensada por um tratamento de chicotadas, calduços e voltas ao estádio. Se jogadores como Martelinho Petit ou Litos foram campeões a esse baluarte do desporto em Portugal se deve. Ele poria a equipa que jogou ainda hoje contra a for´tissima equipa de um rapaz que só subiu a treinador principal por ser genro do Presidente. Sílvios, Paulos Machados e EderBauer's ganhariam a qualquer equipa. 

Mas pronto é só a minha opinião e vale o que vale . Mais uma vez parafraseando aquele individuo lá de cima nunca me desiludiram porque nunca me iludiram nunca chegarão aos calcanhares da selecção do euro2000. Um verdadeira recital de bola inalcansável nos dias de hoje.

Tenho dito

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

o país


Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:


- É sempre assim, esta auto-estrada?
- Assim, como?
- Deserta, magnífica, sem trânsito?
- É, é sempre assim.
- Todos os dias?
- Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.
- Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?
- Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.
- E têm mais auto-estradas destas?
- Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. - respondi, rindo-me.
- E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?
- Porque assim não pagam portagem.
- E porque são quase todos espanhóis?
- Vêm trazer-nos comida.
- Mas vocês não têm agricultura?
- Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.
- Mas para os espanhóis é?
- Pelos vistos...

Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:
- Mas porque não investem antes no comboio?
- Investimos, mas não resultou.
- Não resultou, como?
- Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.
- Mas porquê?
- Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não 'pendula'; e, quando 'pendula', enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de 'modernidade' foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.
- E gastaram nisso uma fortuna?
- Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos...
- Estás a brincar comigo!
- Não, estou a falar a sério!
- E o que fizeram a esses incompetentes?
- Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa... e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.
- Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?
- Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km .
Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.
- Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?
- Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.
- Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?
- Isso mesmo.
- E como entra em Lisboa?
- Por uma nova ponte que vão fazer.
- Uma ponte ferroviária?
- E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.
- Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!
- Pois é.
- E, então?
- Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.
Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.
- E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta...
- Não, não vai ter.
- Não vai? Então, vai ser uma ruína!
- Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína - aliás, já admitida pelo Governo - porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.
- E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?
- Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!
- E vocês não despedem o Governo?
- Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo...
- Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?
- Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.
- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?
- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.

Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:
- E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?
- O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa.
- Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?
- É isso mesmo. Dizem que este está saturado.
- Não me pareceu nada...
- Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.
- Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?
- Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.
- E tu acreditas nisso?
- Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?
- Um lago enorme! Extraordinário!
- Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.
- Ena! Deve produzir energia para meio país!
- Praticamente zero.
- A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!
- A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.
- Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar - ou nem isso?
- Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.
- Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?
- Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor.
Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:
- Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?
- Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez.

Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou:
- Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!

Miguel Sousa Tavares

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Os melhores do Mundial 2010

Vencedor do torneio: Portugal Espanha

Bola de Ouro: Cristiano Ronaldo  Diego Forlan

Bota de Ouro: o Tiago foi o que esteve mais perto Thomas Muller

Luva de Ouro: Eduardo Iker Casillas

Jogador Jovem: Fábio Coentrão Thomas Muller

Adepto do Mundial: português



O vencedor da votação que decorreu no site da FIFA para o melhor adepto do Mundial 2010 foi o super tuga com o seu bigode característico.
Já que não vencemos nenhuma das outras categorias temos de nos contentar com esta. É caso para dizer: homem de bigode ninguém o lixa.



P.S.: sacana do polvo...

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

a selecção Queiroz


Agora que exultámos com a “goleada” (insistem em chamar goleada a vitórias com diferença de 3 golos) à fortíssima Malta, podemos reflectir um bocadinho sobre Portugal.


São poucos os que acreditam nesta selecção. E mesmo aqueles que continuam a dizer que somos os maiores, que vamos ganhar os jogos todos, que o Ronaldo é a receita para todos os males da selecção e que o Queiroz é bom treinador porque há 20 anos atrás ganhou uma competição de juniores, na realidade têm medo. Medo de perder. Ninguém põe as mãos no lume por esta selecção.

E quando, ou como, se pode concluir que são poucos os que acreditam nesta selecção? Pois a resposta é simples: A partir do momento em que se reza para que a selecção portuguesa apanhe no play off de acesso ao Mundial a selecção mais fraca entre esses colossos do futebol que são a Ucrânia, Eslovénia, Irlanda e Bósnia. Ao que isto chegou…

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Tinha de haver um português

Portuguesa apanhada na polémica de Obama

Lusodescendente Lucia Whalem fez o telefonema que levou um polícia branco a prender um professor negro por tentar entrar na sua própria casa.

Lucia Whalem, lusodescendente, nunca fez nada para ser famosa. Mas hoje é conhecida em toda a América como a mulher que semeou a primeira polémica racial da Presidência de Barack Obama.


Quem ainda tem dúvidas que os portugueses ocupam cada vez mais posições de destaque no mundo?



P.S.: I'm back...

domingo, 7 de junho de 2009

Pontos de vista


Agora que penso nisso...realmente até faz sentido...
Portugal vence com exibição miserável...Voltámos a ser Portugal

terça-feira, 28 de abril de 2009

e esta, hein?

Pop quiz: Which European country has the most liberal drug laws? (Hint: It's not the Netherlands.)

Although its capital is notorious among stoners and college kids for marijuana haze–filled "coffee shops," Holland has never actually legalized cannabis — the Dutch simply don't enforce their laws against the shops. The correct answer is Portugal, which in 2001 became the first European country to officially abolish all criminal penalties for personal possession of drugs, including marijuana, cocaine, heroin and methamphetamine. o resto (aqui)

.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Eles vêm aí

Por um lado:

- Será que a nossa terra, Portugal, também lhes foi prometida?
- Será que eles acreditam que esta terra também lhes pertence?
- Será que também há milhões de judeus a viver por cá?
- Será que a cada ano que passa, desde a destruição romana, os judeus têm orado para retornar a esta terra e "No próximo ano em PORTUGAL" é a frase com que terminam cada celebração da Páscoa?

Por outro:

- Será que agora também pertencemos ao eixo do mal? (fomos apanhados! vê-se claramente que o Obama não anda a dormir).
- Será que afinal temos mesmo muito petróleo por aqui e não sabemos?
- Será que é preciso virem para cá espalhar a democracia? (tendo em conta as disciplinas de voto e assim, se calhar até nem nos fazia mal)

Eu não ando com paciência para ler notícias completas e, como tal, só vejo as gordas. Nem sei porquê que eles lutam pela costa portuguesa (até pode ser pela sardinha ou o carapau, não sei). Mas que eles andam aí, andam.
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