segunda-feira, 6 de junho de 2016
sábado, 28 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
A hora do adeus
Chegou dia de dizer basta a esses tiranitos com pele de cordeiro mas lobos no cerne!
Esta mensagem serve para vários desses que povoam o país está na hora de dar o lugar a outros não é porque os novos é que são o sangue da nação mas porque o comodismo não pode imperar.
Coisas que se passam com o andar dos anos no seu carro como por exemplo que cada vez mais tem o formato do seu rabo no banco e moendo a esponja e chegado ao ferro você diz basta quero um carro novo! De repente tudo aquilo que tu gostavas como o facto de ele não pegar de manha à 1 vez e que dizias fingindo que até gostavas aquele chiar da porta traseira!
Um dia chega a hora de Dizer Adeus... adeus tristeza
sábado, 30 de outubro de 2010
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Apanhados nas escutas
E o que é que se discute agora?
O facto do Sócrates andar a mentir no Parlamento aos portugueses? Claro que não!
O que é realmente importante, é discutir como é que a Ferreira Leite descobriu a mentira do Sócrates.
E aqui está um brilhante exemplo e uma demonstração excelente de como o Partido Socialista é, de facto, o melhor partido. É imbatível. Sempre que há qualquer assunto em que pode ser culpado, manda alguém (um dirigente socialista qualquer) criar uma manobra de diversão, para que se deixe de discutir o assunto essencial e se passem a discutir assuntos laterais. Porque daqui a uns tempos, já ninguém se lembra que o Sócrates mentiu. O que vai ficar para a história é que os malvados do PSD andam a saber das conversas alheias indevidamente.
É do tipo: a Manuela vai ao quintal do Armando e come-lhe um dióspiro. Entretanto sai o Zé pela janela de casa do Armando a correr com uma televisão às costas e um colar de diamantes na mão. A Manuela acusa o Zé de roubar o Armando, mas depois as pessoas vão discutir é o facto da Manuela estar a comer os dióspiros do Armando. E passado uns tempos já ninguém se lembra que o Zé roubou a televisão e o colar de diamantes ao Armando. É genial.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Era dar com a vara no Armando
Um homem nascido para trás dos montes, no interior, lá para além do sol-posto, numa terra esquecida deste Portugal. Entretanto filia-se num partido político, num dos maiores de preferência. Como a carreira politica tem de ficar em primeiro lugar, os estudos são postos de parte permitindo uma ascensão nesse tal partido.
Nesse espaço de tempo, convém ter uma ocupação, que neste caso foi a de funcionário de balcão numa dependência da Caixa Geral de Depósitos. Quando se dá por ele, já é deputado da nação e o curso universitário tinha ficado pelo caminho. Como amizades trazem mais amizades, e cada vez mais amigos muito importantes, chega-se a secretário de estado do Governo e logo a seguir promove-se a ministro.
E até ali tudo bem. Mas depois, chegado ao topo começa a vir a lume e a serem descobertas umas trafulhices, normais, nesta história do sonho português. Neste caso, surgiram notícias sobre alegadas irregularidades cometidas pela Fundação para a Prevenção e Segurança, que fundara quando era secretário de Estado e teve de se demitir. Como é óbvio, este tipo de coisas nunca é provado, e nem sequer é um deslize, já que faz tudo parte do projecto do sonho português.
Já fora do governo, como toda a gente sabe, o próximo passo é tornar-se administrador duma qualquer empresa grande pertencente ao Estado. Neste caso foi para a Caixa Geral de Depósitos, de onde saiu em tempos como funcionário de balcão e retornou como administrador.
Angariados os amigos certos nos momentos oportunos, torna-se fácil a vida a partir daqui. Já se é rico e tem-se muito poder e influência. Influência que pode ser vendida, por 10 mil euros, neste caso. E depois é-se constituído arguido num processo judicial, em que, se tudo correr bem, se é ilibado.
Porque se fosse para acabar mal, não era um sonho, era um pesadelo. Como acaba sempre bem, este é o sonho português: o rapaz que não tinha nada, meteu-se num partido político qualquer, ficou rico e poderoso e pôde viver como bem lhe apeteceu. Diferente do sonho americano, onde o rapaz que não tinha nada, teve de trabalhar para ficar tão rico e poderoso como o português.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
o presidente da Assembleia da República
E era o que faltava não votarem nele. Um homem do PS que vai à Madeira fazer aqueles elogios todos ao João Jardim, só podia ter o apoio de toda a gente. Para mais, a Manuela Ferreira Leite foi lá fazer o mesmo, mas aí já foi chamada de velha e doidinha da cabeça pelos militantes socialistas (e talvez pelo Passos Coelho e o Luís Filipe Menezes).
O que era engraçado agora era se este mesmo Jaime Gama se candidatasse a Presidente da República. Qual era a desculpa dos outros partidos para deixarem de votar nele?
Só falta explicarem aqueles 24 votos em branco. Mas devem ser daquele grupo de deputados que o povo desconfia que não sabem utilizar canetas. De notar também é o facto de nunca estarem presentes na assembleia os deputados todos. Não devem gostar de lá ir. Pudera, aquilo deve ser mesmo mal frequentado.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Indecisão2009/2

Vem isto a propósito do Instituto Português de Oncologia. Ora bem, o Costa lá fez as contas dele e achou por bem que esse instituto fosse instalado nuns terrenos camarários na Bela Vista. E sim, é essa mesmo, a Bela Vista do Rock in Rio. Nisto vem o Santana e diz que nesse local ficava mesmo bem era a Feira Popular. E o que vem dizer o Costa? Vem dizer que o Santana dá prioridade à diversão ao invés da saúde. Mas alguém acredita nisto? Está tudo doido ou quê?
Quer dizer, o Costa quer passar o tal instituto para o lado da festança do Rock in Rio e dos concertos da Madona, e só porque o Santana acha que ali ficava melhor a feira popular, está a dar prioridade ao divertimento em vez da saúde? Eu não faço ideia onde será melhor pôr a Feira ou o instituto da Oncologia. Mas agora, concluir que (por o Santana pensar que aquele local é mais indicado para a feira popular do que para o instituto), a prioridade do Santana é a diversão ao invés da saúde é fazer o povo de parvo.
E é óbvio que o Costa sabe muito bem que o Santana não está a pôr o divertimento à frente da saúde. Está-se é a fazer de burro, para fazer crer ao povo que o Santana é um malandro que quer é copos e noites de folia em vez de se preocupar com a saúde das pessoas. Ora o Santana até pode ser um malandro, mas não há-de ser, seguramente, por achar que a Feira Popular ficaria melhor no sítio onde o Costa quer pôr o Instituto. E a tirar conclusões daquelas, até diria que o malandro é o Costa. Mas não digo.
domingo, 27 de setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
indecisão2009/1
Não gosto do Sócrates, mas simpatizo com o PS, o do Alegre. Simpatizo com a Manuela Ferreira Leite, mas não gosto do PSD.O Sócrates tem a mania que é bom e que manda em tudo e todos e que tem sempre razão. Depois falha e a culpa é dos outros. A Manuela é um caso estranho. Toda a gente tende a não gostar dela. E porquê? Porque é feia e velha. Como se isso fosse algum argumento decente. E depois veio o caso da suspensão da democracia. Quando o que ela fez foi uma piada. Uma ironia. Uma insinuação de que a maioria absoluta do Sócrates era uma espécie de ditadura. Qualquer um que a tivesse ouvido a dizer aquilo percebia o que ela quis dizer, e, na loucura, esboçava um sorriso. Mas começaram a julga-la pelas letras garrafais de capas de jornal e comentadeiros pagos para fazerem o que lhes pedem. E o Sócrates pegou naquilo e continuou a festa. Como se o povo fosse estúpido e não tivesse mais de meia dúzia de neurónios para perceber a tal piada. O Sócrates fez-se de burro para poder fazer crer ao povo que a Manuela tinha mesmo dito uma coisa que afinal não disse.
Mas ninguém se sente insultado ou chegaram mesmo a pensar que a Manuela queria mesmo suspender a democracia?
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
intenções de voto
Admitindo que a ultima é a sondagem mais real, o Sócrates e a Manuela andam empatados, o Bloco ultrapassou de vez a CDU, e o CDS-PP lá anda...Agora toda a gente sabe que as pessoas têm vergonha de dizer que votam no Paulinho das feiras Portas, e assim, estes 6% devem-se transformar nuns 10% por altura da ida às urnas.
O que faltará descobrir serão as coligações feitas para governar o país. A Manela e o Paulinho andam a piscar o olho um ao outro. Por outro lado, diz-se por aí que o Sócrates até nem se importava de a fazer com o Portas, já que o Louça anda-se a fazer de esquisito. Com a CDU ninguém quer nada, mas se não houver outro remédio lá terá de ser...Contas feitas, o PSD só vai com o CDS-PP, e o PS, vai com quem o queira. É o desespero...
Pode ser que saia um governo do tipo Manuela mais Portas e que faça as obras todas que o Sócrates quer fazer para dar emprego à malta.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Louçã, Sócrates, Soares e a Joana Amaral Dias

O Francisco andou sempre na sombra do José. Apesar de conhecerem as mesmas pessoas, o Francisco nunca gostou muito deles. Aliás, o Francisco nunca gostava de coisa alguma. Nada estava bem para ele. E resmungava, e berrava e dava uns sermões, a quem estava disposto a ouvi-lo. Era um bem-falante e, assim, conseguiu reunir um grupinho de amigos e jurou fazer frente, para sempre, ao galifão, José. “Hei-de deitá-lo a baixo”, dizia ele todas as noites, antes de ir à casa de banho, imediatamente antes de ir dormir.
Certo dia, quando falava para uma multidão, Francisco reparou numa rapariga, ao fundo da taberna, a ouvir as suas palavras com a maior das atenções. Era a Joana. A rapariga dos seus sonhos. E tratou logo de a puxar para o seu lado. E a Joana até gostava do que o Francisco tinha para lhe dizer. Ele cativava-a. E ela começou a acompanhar o Francisco para todo o lado.
José soube disto e não gostou. Afinal a Joana era a rapariga mais apetecível daquela terra, e como dono e senhor daquela terra, não a poderia perder para o seu adversário.
E arquitectou um plano para ficar com a Joana para si. Falou com seu amigo Mário, um homem muito experiente, com grande reputação na terra, e para mal dos pecados do Francisco, Joana tinha uma grande admiração pelo Mário. E assim foi. O Mário lá fez o favor ao José e convidou a Joana para uns encontros, fê-la afastar-se do Francisco, e acima de tudo, aproximou-a à facção do José.
Obviamente, Francisco sentiu-se humilhado com a situação, e disse à Joana que não queria mais nada com ela. Orgulhoso, disse-lhe que ela que ficasse com o José, que ele já não queria saber dela para nada. Para o Francisco, aquilo foi uma traição.
Dias, meses passaram, e Joana arrasada com a situação, afastou-se, tanto do Francisco como da dupla Mário e José. Embora triste com a incompreensão do Francisco, durante todo este tempo nunca deixou de gostar dele, das suas ideias, das suas convicções.
Assim, passado todo aquele tempo, José, sempre picado com o Francisco, lembrou-se de algo que faria o Francisco sair completamente de cena e deixar de lhe fazer frente. E, num golpe de génio/velhaquice, aproveitando-se da simpatia da Joana pelo Mário, o José convidou a Joana para jantar com ele…
A Joana recusou. O Francisco regozijou-se e com a moral em alta (afinal a miúda mais apetecível da terra tinha rejeitado o poderoso José), ainda foi gozar com o seu rival.
O José, como é hábito fazer quando as coisas lhe correm mal, desmentiu tudo.
E a vida continua na terra destes dois (e dos outros todos que se estão a cagar para eles), como sempre, como dantes…
