sábado, 12 de outubro de 2013

recurso às farmaceuticas

Na escola, a professora pergunta aos alunos que medicamentos conhecem e para que são tomados.

- Conheço a aspirina, para as dores de cabeça! - Diz quase instantaneamente um aluno.
 
E logo a seguir diz outro:
- O ben-u-ron, para as dores.
 
A professora felicíssima com o conhecimento geral da turma e, virando-se para o Joãozinho, pergunta se conhece algum.
- O viagra, para a diarreia! - Responde o Joãozinho com sentimento de dever cumprido.
 
Intrigada diz a professora:
- O viagra, para a diarreia?
 
Explica o Joãozinho:
- Sim senhora professora!
- Eu ouvi a minha mãe dizer ao meu pai: toma viagra, para endureceres essa merda!

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

aves raras sexistas


Não sei porquê que atribuem a imitação a sexismo. É do partido ecologista! Se alguém imitasse um martelo no parlamento português durante um discurso da Odete Santos (paz à sua alma de reputada deputada) também era sexismo?

Sexismo acontece é no parlamento espanhol e é do bom!


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Se não tivesse sido ministro do Sócrates tinha mais credibilidade, mas...

O presidente não executivo do Banif e antigo ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo de José Sócrates, Luís Amado, afirmou hoje que Portugal é um dos poucos países europeus que conta com "forças revolucionárias" no Parlamento.

"Não nos podemos esquecer que nós temos no Parlamento forças revolucionárias", afirmou o socialista numa conferência promovida em Lisboa pela consultora A.T. Kearney, especificando que se referia à "extrema-esquerda parlamentar".

Luís Amado procurava justificar as cautelas que o Partido Socialista, o maior partido da oposição, tem que ter em termos de posicionamento político, tendo realçado que Portugal é dos poucos países europeus que conta com esse tipo de partidos com representação parlamentar.

O político e gestor disse que, caso tivesse sido encontrada logo em 2009 uma "fórmula de grande coligação" seria mais fácil gerir, do ponto de vista governamental, a gestão das expectativas dos eleitores, por um lado, e dos credores, por outro, considerando que a mesma é "incompatível".

Isto, porque, "a maioria [parlamentar] preocupa-se com os credores e a oposição com os eleitores".
in expresso

Mais coincidências no futebol português



 Dos clubes da Liga que estão a fazer pior figura neste início de campeonato, só um foi despedido.


 Dos clubes da Liga que estão a fazer pior figura neste início de campeonato, só um treinador teve um (beef) caso directo contra o fcp e o seu treinador.


 Coincidência das coincidências, o treinador que "botou faladura" contra o fcp e contra o seu treinador é o único que é despedido e, mais coincidência ainda, é substituído no cargo por um treinador "fcp friendly".

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

a geração rasca, the wire



"there's a thin line between campaign posters and photo array"in The Wire

dos adeptos mais simpáticos do mundo


encher chouriços

O velho Conde, retornando de seu passeio matinal chega à sua mansão e é recebido pelo seu mordomo, que desmedidamente respeitoso, com um largo sorriso e uma reverência, abre-lhe a porta e de cabeça abaixada, o saúda dizendo:
 
- Entre, seu grande filho de uma puta, de onde é que o corno do Conde vem com essa cara de veado velho?

 
E o Conde, sorridente, responde:

 
- Do otorrino. Acabo de colocar um aparelho auditivo ...

domingo, 6 de outubro de 2013

estados de espírito


jornalismo a sério é assim, de grande Serpa

Então o Modric diz : "Sabia que era uma besta como jogador e rapidamente vi que é o número um nos treinos e a trabalhar", e depois faz um resumo do que acabou de dizer fazendo o trabalho que A Bola deveria fazer: "é um fenómeno", rematou o Modric. Pois a A Bola diz que Ronaldo é uma besta. Podia ser pior, podia dizer que "Ronaldo é a besta número um". Mas aí o Pepe era capaz de ficar chateado.

centro de emprego


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

domingo, o dia em que tudo mudou


 Navegavam há meses e os marujos não tomavam banho nem trocavam de roupa. O que não era novidade na Marinha Mercante britânica,  mas o navio fedia!
 
O Capitão chama o Imediato:
- Mr. Simpson, o navio fede, mande os homens trocarem de roupa!
 
Responde o Imediato:
- Aye, Aye, Sir!

E parte para reunir os seus homens e diz:
- Sailors, o Capitão está se queixando do fedor a bordo e manda todos trocarem de roupa.
- David troque a camisa com John, John troque a sua com Peter, Peter troque a sua com Alfred, Alfred troque a sua com Jonathan ... e assim prosseguiu. 

Quando todos tinham feito as devidas trocas, volta ao Capitão e diz:
- Sir, todos já trocaram de roupa. 

O Capitão, visivelmente aliviado, manda prosseguir a viagem.  

É MAIS OU MENOS ISSO QUE ACONTECE EM PORTUGAL NAS ELEIÇÕES.

Benfica, quem acardita teu amigo é


 Há uma geração de adeptos benfiquistas que nunca viu o Benfica ganhar a sério. Pensem na malta que nasceu a meio dos anos 80. 

É possível que a primeira memória de uma vitória decente tenha sido os 6-3 ao Sporting e esse campeonato ganho. Talvez aquela taça de Portugal ganha ao Sporting quando uma besta fez aquilo com o very light. Entretanto os anos passaram e tem para amostra a taça ganha ao fcp com o Camacho, o campeonato do Trapattoni e outro com o Jesus. 

Durante este tempo, este adepto dos anos 80 viu um penta do fcp, viu o mesmo fcp ganhar duas taças uefa, uma champions leaga, viu o benfica apanhar 5-0 do fcp pelo menos duas vezes, os 7-0 de Vigo, viu o fcp ganhar um campeonato na Luz, e viu o Benfica perder 3 títulos em 3 jogos seguidos numa só época.

É claro que este adepto ouviu as escutas do apito dourado e viu o Vale e Azevedo ser preso por roubar o Benfica.

Este adepto ouve as histórias da armada que quebrou a hegemonia europeia ao Real Madrid, os feitos do Eusébio, Coluna, Águas, Zé Augusto, Simões...Os nórdicos toscos, até o penalti do Veloso, o Erickson, o Humberto Coelho.

Mas para este adepto, os ídolos são mesmo o João Pinto menino d'ouro, o Preud'Homme, o Poborsky, o Enke, o van Hooijdonk, o Rui Costa e o Aimar. Tudo gente que sabia muito de jogar à bola mas que não ganhou nem um décimo do que ganharam os outros antes deles. E este adepto aguenta firme. 

Mas o tempo vai passando e este adepto quer mais. Quer ver o Benfica ganhar pelo menos o que os adeptos mais velhos viram. Só que, apesar de ter observado uma grande evolução em relação ao período do tal penta do fcp, este adepto vê o Benfica a não evoluir mais. Estagnou. Continua a ser roubado como no período do apito dourado e é possivel vir a ser testemunha de mais um penta dos azuis. Jogamos melhor mais vezes e temos muito melhor equipa mas não é suficiente. Se continuamos a ser roubados não podemos continuar a apoiar quem manda nos árbitros inequivocamente. Se temos melhor equipa não podemos continuar a insistir no mesmo treinador que deixou de ganhar.

É que este adepto já estava habituado a ouvir os comentários na sportv a denegrir o Benfica sem razão e comprou a BenficaTV mas agora, ouvir a esta altura do campeonato num stream qualquer o comentador inglês dizer que o Benfica está a ter uma prestação humilhante num jogo visto por todo o mundo, não! Chega pá, mudem qualquer coisa, já estamos em 2013, não nos façam passar mais vergonhas.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

jogo baixo, jogo sujo


Em vésperas de eleições, já com a perspectiva do barco afundar, jogaram-se as ultimas cartas. Numa dobragem de coluna vertebral de fazer inveja a qualquer ginasta olímpica proveniente da URSS, juntaram-se o Menezes e o pequeno Marques Mendes. Um a apoiar o outro. Tudo pelo partido, claro. 

A memória pode ser uma coisa muito selectiva, mas não há nada como recordar o que se passou num passado não muito longínquo: 


Na altura destas declarações, Marques Mendes era o presidente do PSD e Menezes o feroz oponente do baixinho. Tudo pelo partido, claro. De notar que Marques Mendes acabou por cair, houve eleições e numa manobra à lá Menezes, ele lá conseguiu chegar a líder (relembro aqui que na altura se falava que o Menezes e a sua entourage pagavam as cotas aos militantes que se disponibilizassem a votar nele). Ora, depois de derrubar Marques Mendes e finalmente chegar ao poleiro, Menezes....demitiu-se. 

E é assim, depois de ter sido tão bem tratado por Menezes, Marques Mendes não resistiu ao apelo e lá foi ele apoiar o homem (Marques Mendes ganhou agora o lugar de novo menino bonito do comentário político nacional, granja respeito e influência).

As figuras mais influentes da nação são desta estirpe. Admira a alguém o estado das coisas? 

A história da amizade do Menezes com o Aguiar Branco, que foi agora na lista de Menezes (como presidente da assembleia, julgo) também é divertida para além de ser curiosa. Mas fica para outra vez.

sábado, 28 de setembro de 2013

refletindo


fcp em dia de aniversário


No dia em que faz 235 anos, ou 367, ou 623, dependendo do gosto e vontade de cada um (o fcp é como aqueles jogadores tipo Falcao ou a equipa sub 21 da Nigéria, que depois vai-se a ver e ninguém nasceu no ano que está marcado no BI), os 3 jornais desportivos fizeram o pleno a trazer o fcp à capa. Todos para lhe darem os PARABÉNS pela data! Não, não foi nada, foi só para constatarem o óbvio. Aliás, mudando apenas o nome do adversário e do árbitro, estas capas podiam-se repetir todos os anos, todos os meses, quase todas as semanas.

o melhor do twitter - apanhada a trair o namorado

as vezes ali no canto superior direito aparecem coisas bónitas destas


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

A Lua faz anos


...só para se ter noção, é como descobrir que uma pessoa de 50 anos tem afinal 49 (mas numa pessoa que nasceu há 4,5 mil milhões de anos).

terça-feira, 24 de setembro de 2013

O Dexter acabou e o Gandolfini também


No Domingo acabou a oitava e ultima season de Dexter, uma série que começou muito bem e veio a definhar desde aí, de maneira que aquele ultimo episódio já não era coisa para se ficar à espera de grande merda. Já não se via uma série em que o final tivesse sido tão mau desde os tempos de Lost. 


Continuando no mundo das séries, diz que durante os Emmys fizeram uma homenagem ao Gandolfini e ao rapaz do Glee. Se não passou em rodapé "sem ofensa para o Gandolfini" não me parece que "homenagem" seja a palavra correcta.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

porque as pizzas não se entregam sozinhas


Pá, ele afinal sabe escrever


O livro reflete a passagem de José Sócrates pelo Sciences Po - Institut d'Études Politiques de Paris. Pode ser que revele como fez para pagar as propinas e viver lá no sítio. A nova gaiola dourada é isto...trabalhar em Portugal e ir para fora no fim da vida estudar, paga a mãezinha.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Coincidências no futebol português


O Sporting marcou, em duas jornadas seguidas, dois golos irregulares. 

O Porto apanha, em duas jornadas seguidas, um adversário que na jornada anterior teve dois jogadores expulsos.

sábado, 14 de setembro de 2013

Raquel Varela e a gaiola dourada

Nos anos 1960, Portugal era um país pacato e trabalhador, poupado e prudente, que se sacrificava generosamente, labutando dia e noite para cumprir os deveres. Frequentemente emigrava e procurava vida melhor noutras terras. E os patrões, franceses ou alemães, suíços ou americanos, gostavam dele, por ser pacato e trabalhador, poupado e prudente. Havia quem abusasse da sua dedicação, e ele sabia-o. Sentia-se enganado, mas apesar disso trabalhava com afinco.

Um dia, Portugal recebeu uma boa notícia da terra. Aqueles que abusavam dele tinham sido afastados. A opressão acabara e ele podia regressar, para viver rico e feliz na sua própria casa. E Portugal voltou, porque já não seria preciso ser pacato e trabalhador, poupado e prudente. Era um país democrático, livre, independente. A nova geração iria viver como os patrões franceses e alemães. E Portugal gastou. Criou autarquias e dinamização cultural, comprou frigoríficos e televisões, fez planeamento económico, exigiu escolas e hospitais.

Só que a euforia da liberdade política criou um problema de endividamento. Quatro anos após regressar, Portugal estava falido, com o FMI à porta, exigindo pagamento. O choque foi grande. Portugal compreendeu que, afinal, não era como os patrões europeus. Estava tão desgraçado como os mexicanos, os argentinos, os gregos e outros países da dívida. O buraco era enorme. Não havia solução.

Foi então que Portugal se lembrou de seus pais, pacatos e trabalhadores, poupados e prudentes. E perante a austeridade do FMI, Portugal esforçou-se, apertou o cinto, labutou, amealhou e pagou as dívidas. Os países credores não acreditavam que fosse possível a recuperação, enquanto os dirigentes e políticos bramavam contra a nova ditadura do dinheiro e exigiam direitos. Mas Portugal não quis ouvir e, uns anos depois, tinha a casa em ordem. Foi espantoso!

Os europeus, admirados, gostaram de Portugal, por ser pacato e trabalhador, poupado e prudente. Quando o viram de novo com as contas certas e a vida organizada, aumentaram-lhe o ordenado, ofereceram-lhe sociedade. Portugal entrou na CEE. Jantou com os antigos patrões, de igual para igual. Passou a ser europeu.

Até que um dia Portugal recebeu uma boa notícia. Os seus esforços tinham sido recompensados e ele fora admitido na moeda única. A partir de agora iria partilhar não apenas instituições e directivas, mas taxas de juro e crédito. Era finalmente um parceiro a sério, considerado mesmo igual. Pertencia ao clube, não apenas político, mas financeiro. Podia viver rico e feliz na sua terra.

E Portugal achou que já não seria preciso ser pacato e trabalhador, poupado e prudente. A nova geração iria viver como os parceiros franceses e alemães porque, graças ao euro, pedia dinheiro emprestado nos mesmos bancos e aos mesmos preços. Casaria até a filha com o filho deles. Era um país desenvolvido, capitalista, globalizado. E Portugal gastou. Construiu auto-estradas, fez parques industriais, exigiu computadores para todos os alunos e novas carreiras médicas.

Só que a euforia da liberdade financeira criou um problema de endividamento. Dez anos depois de entrar no euro, Portugal estava falido, com a troika à porta, exigindo pagamento. O choque foi grande. Portugal compreendeu que, afinal, não era como os países ricos. Estava tão desgraçado como irlandeses, gregos, argentinos e outros países da dívida. O buraco era enorme. Não havia solução.

Então Portugal lembrou-se de seus pais e avós, pacatos e trabalhadores, poupados e prudentes. A nova geração voltou a velhos hábitos. Agora, perante a austeridade da troika, Portugal esforça-se, aperta o cinto, labuta, poupa e paga as dívidas. Os credores não acreditam que seja possível a recuperação, enquanto os dirigentes bramam contra a ditadura do dinheiro e exigem direitos. Mas Portugal não quer ouvir. Labuta, amealha, emigra e procura vida melhor noutras terras. E os patrões, franceses ou alemães, suíços ou americanos, gostam dele por ser pacato e trabalhador, poupado e prudente. Parece um filme!

ósdespois a Raquel Varela respondeu. Mesmo depois daquele episódio com um miúdo na rtp, a Raquel Varela ainda não aprendeu a ficar calada. 

voltar a 1962


quinta-feira, 12 de setembro de 2013

O nosso 11 de Setembro


Ainda bem que existe a wikipédia. E isto também. Mas, de qualquer modo, vale a pena lembrar que nem há 30 anos, a única maneira de comunicação entre comboios era uma coisa chamada Cantonamento Telefónico, que hoje parece algo do tempo dos Flinstones, enquanto que na altura em Portugal o telefone móvel era coisa de extra terrestres.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

a culpa é da BenficaTV


É preciso um povo muito burro para que deixe de ir votar só porque as acções de campanha não aparecem na televisão. Se esse sujeito (o tal tuga que não vai votar porque não viu propaganda na tv sobre eleições) fica em casa, quem ganha é precisamente o país.

Engraçado é o desespero dos maiores partidos, preocupados com a falta de votos da malta que passa o dia em casa a receber subsídios e a telefonar para os fóruns da tv nas horas vagas. Então agora os partidos, que alimentam essa gente, seja com o emprego para a vida na câmara municipal ou com o rsi, não tiram qualquer dividendo nas eleições?

A educação/domesticação do povo pela tv não é de agora, qualquer ditador o sabe. Mas caramba, utilizar o mesmo método em "democracia" é tão mais cool...

Catherine Zeta-Jones perdeu o marido e a roupa, na cama


sábado, 7 de setembro de 2013

as punheteiras e os outros

A propósito de "notícias" que correm sobre a "nova" profissão na China (paga 1200€ por mês e é considerado trabalho de risco devido à probabilidade de lesão por movimentos repetitivos) é bom lembrar que nem todo o trabalho que aparenta ser fácil o é. Recupero aqui um testemunho com alguns anos:

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

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