Por falar em Projecto Urbano, aqueles que vão ter a cadeira no próximo semestre podem esquecer as prendas de Natal e ir poupando dinheiro para pagar a enormidade de impressões (a cores) que é preciso para fazer a cadeira. Ou então vão rezando para que a plotter do Núcleo venha em vosso auxílio, que isto de tirar cursos superiores está cada vez mais caro.
No combate aos preços altos a Associação Académica de Coimbra organizou em conjunto com as outras academias uma manifestação em Lisboa. E lá fui eu passear feito tolinho. Veio mesmo a calhar porque nunca tinha visitado a capital. E foi só isso, porque de resto não serviu de nada. Onde é que já se viu fazerem manifestações um mês a seguir às eleições? Não dá em nada. Estou a ver que esta academia está refém das juventudes partidárias e só lhes deu jeito fazer esta manifestação agora. Se era para ser a sério era antes!
Depois da peregrinação à Metrópole houve o sufrágio para a AAC. Eu, como bom estudante, cumpri o meu dever cívico e depois de esmiuçar as listas e estudar pormenorizadamente a sua composição, votei em consciência. Votei num gajo que eu já não me lembro e ganhou um que eu não faço ideia de quem seja. Até pode ter sido em quem eu votei. Eu adoro as eleições, principalmente pelas canetas e isqueiros. Mas agora deixei de fumar. Uma vez a acender um cigarro a uma gaja queimei-lhe a sobrancelha esquerda e os pêlos do nariz. Acho que ela não gostou muito e eu fiquei traumatizado com a experiencia.
Falando de outras eleições. O presidente do DEC mudou. Reformou-se do cargo anterior e agora escreve para “O Pilar”, que é um trabalho muito mais difícil, sujeito a muito mais críticas disparatadas, onde se é julgado indecentemente. Eu, por exemplo, tenho jornalistas do “24horas” e do “Diabo” á porta de casa todos os dias e sítios na internet só a falarem mal de mim. Mas é como dizem: Má publicidade é coisa que não existe.
Agora chegou a vez da hidrologia tomar conta do recreio do poder e resolver assuntos pendentes. Li numa edição d‘ “O Pilar” que neste departamento haviam cancros e nódoas. Não sei se isso já faz parte do passado, mas acho que quando o vento bate em forma de turbulência é capaz de arranjar problemas difíceis de resolver.
Contava utilizar a palavra rubicundo neste texto mas não aprecio a vestimenta do Pai Natal.
Malta, é tudo, até para o ano!
Qualquer reclamação ou insulto que desejarem fazer vão ao melhor. E o melhor, como vocês sabem é: www.aquifalasedetudo.blogspot.com