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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

domingo, 13 de dezembro de 2009

Sócrates resolve


Não Sócrates. Vais fazer o TGV porque o povo português precisa de se fazer transportar num comboio rápido. Não é por causa da crise. Isso assim soa a desculpa, e pior ainda, parece que estás a arranjar justificações para poderes fazer uma linha de comboio que só vai dar jeito ao povo…espanhol!

E ainda assim, qual crise pá? Lembras-te que dizias que a crise não atingia Portugal? E depois o teu governo já dizia que havia crise, mas que era passageira? E depois um ministro teu já dizia que o pior da crise tinha passado quando afinal estava a começar? Em que é que ficamos? Afinal a crise vai acabar quando? Até quando é que a crise vai servir de desculpa para as coisas que vais fazendo?

Vê lá se mudas a justificação para “os portugueses precisam”. E assim até te faz parecer num salvador do povo, ao estilo: “o Sócrates resolve”. A continuares com a desculpa da crise faz-te parecer aqueles treinadores, que no final do jogo vêm culpar os árbitros. E até podem ter um bocadinho de razão, mas quando a desculpa serve para todos os jogos, é porque a culpa não é só da equipa de arbitragem. Viste o que aconteceu ao Paulo Bento? Pois é, Sócrates. Vê lá se também vens para a rua.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Apanhados nas escutas


Ora bem, então o que se passou foi que o Sócrates mentiu, a Ferreira Leite disse que ele mentiu, e o Sócrates foi apanhado nas escutas a mentir.

E o que é que se discute agora?

O facto do Sócrates andar a mentir no Parlamento aos portugueses? Claro que não!

O que é realmente importante, é discutir como é que a Ferreira Leite descobriu a mentira do Sócrates.

E aqui está um brilhante exemplo e uma demonstração excelente de como o Partido Socialista é, de facto, o melhor partido. É imbatível. Sempre que há qualquer assunto em que pode ser culpado, manda alguém (um dirigente socialista qualquer) criar uma manobra de diversão, para que se deixe de discutir o assunto essencial e se passem a discutir assuntos laterais. Porque daqui a uns tempos, já ninguém se lembra que o Sócrates mentiu. O que vai ficar para a história é que os malvados do PSD andam a saber das conversas alheias indevidamente.

É do tipo: a Manuela vai ao quintal do Armando e come-lhe um dióspiro. Entretanto sai o Zé pela janela de casa do Armando a correr com uma televisão às costas e um colar de diamantes na mão. A Manuela acusa o Zé de roubar o Armando, mas depois as pessoas vão discutir é o facto da Manuela estar a comer os dióspiros do Armando. E passado uns tempos já ninguém se lembra que o Zé roubou a televisão e o colar de diamantes ao Armando. É genial.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O 11 do Governo da Nação

O nosso treinador de hoje Jorge Jesus, perdão José Sócrates já escolheu os convocados para o 18º governo constitucional ou XVIII como dizem os intelectuais.

Ele com os seus aprimorados cães de fila vão se fazer ao tapete verde de uma posição de minoria em relação à oposição em maioria de número.

Num fantástica distribuição táctica temos o Luisão do governo mais conhecido por Teixeira dos Santos. Ele é o patrão do 11, gere o rendimento da equipa dentro de campoe o braço direito do treinador.

Como cão de ataque tem Augusto Santos Silva o "Javi Garcia" cuja alcunha é "carniceiro" e gosta de malhar tanto á esquerda como á direita tendo agora ao seu dispor toda a Defesa Nacional juntamente com todo o seu stock de G3's.

Como estratega posiciona-se um número 10 que tal como o outro estava no desemprego e vê agora a luz da ribalta na Economia.

O Cardozo desta formação terá que ser o Alberto Martins que transita da bancada parlamentar para a Justiça para punir todos os que falarem mal do Ben... do Governo. Toma lá 15 anos de prisão.

Para Luís Amado o melhor é assumir o papel de Saviola. Muito conhecido lá fora à conta dos seus negócios nos estrangeiros.

Para virtuoso e futura promessa teria que escolher o futuro ministro do baldes de massa António Mendonça. Porque é precisamente uma pessoa virtuosa e com um grande jogo de cintura o que necessitamos para enfrentar as adversidades das equipas a jogar em bloco baixo e em maioria relativamente ao TGV ao Aeroporto etc,.

Para xerife local e braço direito do patrão, pois está claro, Rui Teixeira que além de um Benfas é também um homem de pistolas.

Deixo ao vosso critério o colocar de:
Manuel Pedro Cunha da Silva Pereira
Dulce Pássaro
António Serrano
Maria Helena André
Ana Maria Teodoro Jorge
Isabel Alçada
Mariano Gago
Gabriela Canavilhas
Jorge Lacão

Só uma coisa não vale colar o Jorge Lacão ao Maxi Pereira só porque tem pinta!!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

indecisão2009/1

Não gosto do Sócrates, mas simpatizo com o PS, o do Alegre. Simpatizo com a Manuela Ferreira Leite, mas não gosto do PSD.

O Sócrates tem a mania que é bom e que manda em tudo e todos e que tem sempre razão. Depois falha e a culpa é dos outros. A Manuela é um caso estranho. Toda a gente tende a não gostar dela. E porquê? Porque é feia e velha. Como se isso fosse algum argumento decente. E depois veio o caso da suspensão da democracia. Quando o que ela fez foi uma piada. Uma ironia. Uma insinuação de que a maioria absoluta do Sócrates era uma espécie de ditadura. Qualquer um que a tivesse ouvido a dizer aquilo percebia o que ela quis dizer, e, na loucura, esboçava um sorriso. Mas começaram a julga-la pelas letras garrafais de capas de jornal e comentadeiros pagos para fazerem o que lhes pedem. E o Sócrates pegou naquilo e continuou a festa. Como se o povo fosse estúpido e não tivesse mais de meia dúzia de neurónios para perceber a tal piada. O Sócrates fez-se de burro para poder fazer crer ao povo que a Manuela tinha mesmo dito uma coisa que afinal não disse.

Mas ninguém se sente insultado ou chegaram mesmo a pensar que a Manuela queria mesmo suspender a democracia?

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

intenções de voto

a 26 de Outubro de 2008, começou uma sondagem neste magnifico e espectacular blogue que, até hoje dá estes resultados:a sondagem que hoje saiu nos jornais dá isto:


Admitindo que a ultima é a sondagem mais real, o Sócrates e a Manuela andam empatados, o Bloco ultrapassou de vez a CDU, e o CDS-PP lá anda...Agora toda a gente sabe que as pessoas têm vergonha de dizer que votam no Paulinho das feiras Portas, e assim, estes 6% devem-se transformar nuns 10% por altura da ida às urnas.

O que faltará descobrir serão as coligações feitas para governar o país. A Manela e o Paulinho andam a piscar o olho um ao outro. Por outro lado, diz-se por aí que o Sócrates até nem se importava de a fazer com o Portas, já que o Louça anda-se a fazer de esquisito. Com a CDU ninguém quer nada, mas se não houver outro remédio lá terá de ser...Contas feitas, o PSD só vai com o CDS-PP, e o PS, vai com quem o queira. É o desespero...

Pode ser que saia um governo do tipo Manuela mais Portas e que faça as obras todas que o Sócrates quer fazer para dar emprego à malta.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

afinal não espiava só o Cavaco

Os serviços secretos portuguêses fartam-se de trabalhar...e ainda por cima no Verão. Há que dar aumentos aos senhores espiões...





domingo, 23 de agosto de 2009

Jardim vs Sócrates

Jardim:
Sócrates:
Pois é. Tem razão sim senhor. Mas qual destas alcunhas lhe ficava pior?

- José "fascista" Sócrates

- José "pessoa sem vergonha" Sócrates

- José "Mugabe da Europa" Sócrates

- José "perigoso" Sócrates

- José "pessoa que mandou país para a fossa" Sócrates

- José "destruidor de Portugal" Sócrates

- José "maior inimigo da Madeira" Sócrates


quarta-feira, 29 de julho de 2009

Louçã, Sócrates, Soares e a Joana Amaral Dias


Numa terra junto ao mar, viviam dois rapazes mais ou menos da mesma idade. Nunca gostaram muito um do outro. José, era um rapaz arrogante, sempre em busca do poder, juntou-se ás pessoas certas, fez os amigos que precisou e conseguiu chegar ao posto de pessoa mais poderosa da terra. Era o maior da terra dele. E depois, havia o Francisco.

O Francisco andou sempre na sombra do José. Apesar de conhecerem as mesmas pessoas, o Francisco nunca gostou muito deles. Aliás, o Francisco nunca gostava de coisa alguma. Nada estava bem para ele. E resmungava, e berrava e dava uns sermões, a quem estava disposto a ouvi-lo. Era um bem-falante e, assim, conseguiu reunir um grupinho de amigos e jurou fazer frente, para sempre, ao galifão, José. “Hei-de deitá-lo a baixo”, dizia ele todas as noites, antes de ir à casa de banho, imediatamente antes de ir dormir.

Certo dia, quando falava para uma multidão, Francisco reparou numa rapariga, ao fundo da taberna, a ouvir as suas palavras com a maior das atenções. Era a Joana. A rapariga dos seus sonhos. E tratou logo de a puxar para o seu lado. E a Joana até gostava do que o Francisco tinha para lhe dizer. Ele cativava-a. E ela começou a acompanhar o Francisco para todo o lado.

José soube disto e não gostou. Afinal a Joana era a rapariga mais apetecível daquela terra, e como dono e senhor daquela terra, não a poderia perder para o seu adversário.
E arquitectou um plano para ficar com a Joana para si. Falou com seu amigo Mário, um homem muito experiente, com grande reputação na terra, e para mal dos pecados do Francisco, Joana tinha uma grande admiração pelo Mário. E assim foi. O Mário lá fez o favor ao José e convidou a Joana para uns encontros, fê-la afastar-se do Francisco, e acima de tudo, aproximou-a à facção do José.

Obviamente, Francisco sentiu-se humilhado com a situação, e disse à Joana que não queria mais nada com ela. Orgulhoso, disse-lhe que ela que ficasse com o José, que ele já não queria saber dela para nada. Para o Francisco, aquilo foi uma traição.

Dias, meses passaram, e Joana arrasada com a situação, afastou-se, tanto do Francisco como da dupla Mário e José. Embora triste com a incompreensão do Francisco, durante todo este tempo nunca deixou de gostar dele, das suas ideias, das suas convicções.

Assim, passado todo aquele tempo, José, sempre picado com o Francisco, lembrou-se de algo que faria o Francisco sair completamente de cena e deixar de lhe fazer frente. E, num golpe de génio/velhaquice, aproveitando-se da simpatia da Joana pelo Mário, o José convidou a Joana para jantar com ele…

A Joana recusou. O Francisco regozijou-se e com a moral em alta (afinal a miúda mais apetecível da terra tinha rejeitado o poderoso José), ainda foi gozar com o seu rival.
O José, como é hábito fazer quando as coisas lhe correm mal, desmentiu tudo.

E a vida continua na terra destes dois (e dos outros todos que se estão a cagar para eles), como sempre, como dantes…
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sábado, 7 de fevereiro de 2009

O Tio (do Godfather?)


Dizer que o Sócrates recebe pessoas por sua indicação para lhes facilitar negócios, ainda vá que não vá. Colocar o primeiro-ministro (que por acaso é sobrinho dele) num caso de corrupção, pagamento de luvas e favores, já começa a ser demais, mas passa.

Agora, dizer a todo um país, que chama o (quase) Eng. José Sócrates, Secretário-Geral do Partido Socialista português, Amigo de Chávez e de quem mais quiser comprar o Magalhães, Homem que faz jogging em plena Praça Vermelha, Primeiro-Ministro de Portugal… por ZÉZITO? Isso não se faz!




Qualquer dia ainda o vemos por aí a cantarolar:

Ò ZÉZITO,
já te tenho dito,
que não é bonito,
andares-me a enganar…
(e para a próxima
vejam se me põem no payroll,
para eu não falar)

domingo, 26 de outubro de 2008

Eu voto....

Nada mais errado caro torbinsky.
É por a a casa estar arrumada que não estamos em recessão como a Espanha de meu amigo Zapatero (enhorabuena para ele que eu sei que vem aqui muitas vezes). Toda a Europa está em recessão e Portugal graças á arrumada casa vai sobrevivendo. Independentemente do dito qualquer rapaz com dois olhos abeira do nariz veria que a crise está aí mas irá ser ultrapassada com uma espécie de plano New Deal do não 2008. A quinta feira negra ainda aí mas desta vez esta crise não terá as dimensões de1929 e o país tem a obrigação como nação de esquerda que somos de estar na frente da ajuda ás famílias. Mas nem sempre é fácil. Como a estrutura de emprego é pouco qualificada para nos livrarmos de excesso de desemprego temos que obviamente de fomentar essa industria. Tudo isto seria mais fácil se a classe trabalhadora estivesse muito para além do que simples trabalhadores das obras. E é nisto que eu acredito que o renovado plano do New Deal vai resultar. Vejamos que não nos resta mais senão neste momento estaríamos de volta aos tempos medievais em que estaríamos a trocar maças por arroz e carne por leite mais ou menos como se passa na Islândia.

Outra face da mesma moeda é o facto de o maior partido da oposição ter um líder que está prá aí ao abandono dizendo e chamando tudo e todos sobre o orçamento dizendo que que está mal quando a sua proposta é o anti-Deal. A sua força da suas mensagem é tão forte quanto a da altura do Marques Mendes. Está lá mas não se vê. Por tudo isto e por pensar que é o único que talvez nos tire da crise eu voto Sócrates. Vamos lá classificar a nossa audiência. E vocês?

sábado, 25 de outubro de 2008

Não há crise


“ «O primeiro-ministro insiste que a crise internacional dos mercado financeiros é responsável pela crise económica e social e não é verdade. Sabemos que ajudou, mas a actual situação do país tem mais a ver com os erros e orientações do Governo PS», afirmou o deputado do BE João Semedo, em declarações à agência Lusa.” In diário digital

Óh Zé Sócrates, já que vens muitas vezes ler aqui o blogue (por isso é que te trato por “Zé Socrates”) diz-me lá, a ver se eu percebo bem:

- então eu tenho a minha casa desarrumada, e a culpa é do vizinho?



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